Educando Crianças e Jovens no Século XXI - Resumo dos Capítulos

Parte I – Bem-Estar e Florescimento

 

Capítulo 1 – A teoria do bem-estar

Esse capítulo introdutório apresenta a Teoria do Bem-Estar, desenvolvida pelo estudioso da Psicologia Positiva norte-americano Martin Seligman como um aprimoramento e ampliação de sua teoria anterior, da Felicidade Autêntica, discutida em nosso livro anterior “Em Busca de Significado”.

Capítulo 2 – Forças e virtudes

Um dos elementos da Teoria do Bem-Estar é o engajamento e seu desenvolvimento requer a identificação e a aplicação na vida diária das chamadas forças pessoais ou forças de caráter. A psicologia positiva postula a existência de 24 forças que, ao serem praticadas, levam ao desenvolvimento das seis virtudes básicas do ser humano: 1. Saber e Conhecimento, 2. Coragem, 3. Amor e Humanidade, 4. Justiça, 5. Moderação e 3. Espiritualidade e Transcendência.

Capítulo 3 – Emoções positivas e forças de caráter na infância e na adolescência

As emoções positivas são sentidas quando a criança é estimulada a aplicar suas forças pessoais na realização de atividades do dia a dia. Ao identificar atividades que fazem a criança se sentir bem, encontre uma forma de encaixá-la em suas vidas o máximo possível e encoraje-a a desfrutar de seus resultados: mais disciplina, menos problemas comportamentais e melhor performance escolar.

Capítulo 4 – A importância da resiliência
A boa educação - tanto em casa quanto na escola - deve contribuir para a formação de pessoas resilientes, capazes de enfrentar criativamente a vida, superar obstáculos e resistir perante adversidades. A construção da resiliência envolve o desenvolvimento de três inteligências: a comportamental, a emocional e a cognitiva.

Capítulo 5 – Otimismo, pessimismo e catastrofismo
Otimismo e pessimismo são hábitos de pensamento que desenvolvemos quando crianças. Já o catastrofismo é o pessimismo exacerbado, mas ele também envolve um histórico de aprendizagem. Em determinado momento da vida, a pessoa aprendeu a catastrofizar.
Aí temos crianças e jovens despreparados para enfrentar as adversidades da vida. O otimismo realista é uma boa e necessária prática diária que podem ser encorajada desde cedo.

Capítulo 6 – Como lidar com situações adversas: habilidades de enfrentamento
Adversidades existem para serem enfrentadas. Esta é mais uma habilidade que temos que aprender a desenvolver. As habilidades de enfrentamento envolvem pensamentos e ações que usamos para lidar com uma situação negativa. Não estamos falando somente de grandes adversidades; passamos por pequenas adversidades todos os dias.

Capítulo 7 – A tomada de decisões na infância e na adolescência
Tomar decisões é difícil para tudo mundo, pois qualquer decisão traz consequências, boas ou ruins. Mas se somos educados desde cedo para refletir sobre as situações pelas quais estamos passando, a tomada de decisões fica mais fácil. É isso que discutimos neste capítulo.

Capítulo 8 – Habilidades sociais
As habilidades sociais são o que nos permite conviver em sociedade. O aprendizado delas começa na infância, com a família, e em seguida em outros ambientes como vizinhança, creche, pré-escola e escola. O sucesso deste aprendizado depende das condições que a criança encontra nestes ambientes, que tem forte influência sobre a qualidade de suas relações interpessoais no futuro. Neste capítulo, discutimos as sete habilidades sociais mais importantes e como desenvolvê-las em crianças e adolescentes.

Capítulo 9 – Relacionamentos positivos na infância e na adolescência
Como crianças e jovens se beneficiam do desenvolvimento de relacionamentos positivos entre eles e com os adultos que fazem parte de sua vida.

Capítulo 10 – A importância de estabelecer significado e propósito com crianças e jovens
Para viver uma vida que vale a pena e sermos felizes, precisamos enxergar significado e propósito nas nossas vidas e isso começa desde cedo. Significado é aquilo que você acredita ser o aspecto mais importante da sua vida. Propósito é o que move as suas ações, quase como um objetivo de vida. Acreditar em algo profundamente dá sustentação às ações no longo prazo. A semente disso tudo está nas ações mais simples do dia a dia, na convivência com a família e na escola.

Capítulo 11 – Conquista x Realização
Parecem semelhantes, mas há uma diferença essencial no contexto educacional: as conquistas geralmente beneficiam apenas os indivíduos que as realizaram. Pense em notas altas, prêmios por mérito, medalhas esportivas. Em contrapartida, a realização beneficia o indivíduo, as outras pessoas e o mundo à sua volta. As conquistas são ótimas, mas pais e educadores devem encorajar também realizações.

Capítulo 12 – Ajudando crianças e jovens a construir seu próprio caráter
Pais e educadores têm papel fundamental no desenvolvimento do caráter de seus filhos e alunos. No entanto, no fim das contas, crianças e jovens são responsáveis pela construção de seu próprio caráter. Caráter requer intenção, esforço e luta. Parte dele vem da observação de modelos positivos e da experiência de ser tratado com amor e respeito. Desde a infância, as pessoas devem ser educadas sobre o desenvolvimento do caráter.

Capítulo 13 – O uso da tecnologia por crianças e jovens
O uso intensivo da tecnologia por crianças e adolescentes é um assunto bastante debatido atualmente. Os jovens passam cada vez mais tempo usando dispositivos eletrônicos, seja acessando redes sociais, brincando com jogos eletrônicos, conversando com amigos e consumindo conteúdo na internet. Estudiosos alertam para problemas como déficit de atenção, atrasos cognitivos, dificuldade de aprendizagem e impulsividade, além de obesidade, distúrbios do sono e o risco do vício em tecnologia. Pais e professores não podem se omitir. Tudo começa com eles.

Capítulo 14 – Dislexia
Existe divulgação deficiente, para pais e professores, de informações aprofundadas sobre dislexia. Consequentemente, há muitas pessoas que não entendem essa desordem e têm que lidar com crianças e jovens disléxicos, gerando tratamento preconceituoso e ineficaz. O objetivo desde capítulo é mostrar que a dislexia é somente um distúrbio de aprendizagem e como tal deve ser tratado. Cooperação, ajuda e compreensão são fatores que contribuem para um melhor desenvolvimento das pessoas disléxicas.

 

Parte II – Criatividade

 

Capítulo 15 – O que é criatividade?

Todos nós podemos ser criativos. Se isso não acontece com frequência é porque as condições ideais para a realização de todo nosso potencial criativo não estão presentes na nossa rotina. Sendo assim, quais seriam as condições favoráveis à criatividade?

Capítulo 16 – Como funciona a criatividade

Dada a variedade de atividades que podem ser praticadas de forma criativa e as diferentes forças e fraquezas de cada pessoa criativa, é difícil acreditar que exista um único processo criativo. Mas o grande estudo sobre criatividade realizado por Mihaly Csikszentmihalyi revelou que tal processo é composto de cinco passos: Preparação, Incubação, Insight, Avaliação e Elaboração.

Capítulo 17 – Como desenvolver a criatividade em crianças

Todos os adultos com os quais uma criança convive têm um papel a desempenhar como apoiadores, treinadores e facilitadores da criatividade. Por outro lado, os adultos também podem sufocar as oportunidades para a criatividade experimentadas pela criança quando são extremamente didáticos e prescritivos, quando desencorajam a fantasia ou têm baixas expectativas com relação àquilo que a criança pode fazer.

Capítulo 18 – Como desenvolver a criatividade em jovens

À medida que a criança vai crescendo, sua capacidade criativa vai diminuindo. Sir Ken Robinson, o educador e escritor britânico especialista em assuntos relacionados à criatividade, considera que os planejamentos educativos tradicionais elaborados pelas escolas matam a criatividade. Sua pesquisa revelou que 90% das crianças em idade pré-escolar apresentam altos níveis de pensamento criativo, mas que, quando essas mesmas crianças atingem 12 anos, apenas 20% delas conseguem manter os mesmos níveis de criatividade.

Capítulo 19 – Como melhorar a criatividade pessoal

Ninguém precisa ser um grande artista ou cientista, que faz uma contribuição única para uma determinada área de estudo, para usufruir dos benefícios emocionais e mentais inerentes à vida criativa. Mihaly Csikszentmihalyi desenvolveu sugestões que, quando aplicadas, permitem que qualquer um de nós leve mais criatividade para a vida diária e seja capaz de ajudar nossos filhos e alunos a fazer o mesmo. Sendo assim, como as nossas vidas podem se tornar mais criativas?

Capítulo 20 – Banco de ideias de atividades criativas para crianças

Como o título já deixa claro, esse capítulo é um grande banco de ideias, listando inúmeras atividades, de diversos tipos, que podem ser aplicadas em diferentes contextos, para desenvolver a criatividade em crianças.

 


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